Monday, March 30, 2009

No linear...

Um circuito é linear quando se pode aplicar o princípio da superposição. Já uma função linear é a função matemática que possui duas propriedades: aditividade e homogeneidade. Mas a verdade é que no linear pode acontecer muita coisa, e, por vezes, não é tão linear quanto julgamos. Fosse o amor uma ciência linear e adicionava-se um mais um e dava a uma homogeneidade perfeita. Mas não é. Temos pena!

No entanto, é muitas vezes um circuito linear onde nos vamos sobrepondo um ao outro até que não ganha ninguém e se desiste, de ser linear ou do amor em si mesmo, o que acontece com maior frequência nos dias que correm.

Uma coisa é certa a vida é definitivamente linear. Acontece entre o que simplesmente é e o que nós queremos que ela seja e no fim acaba por não ser nada disso. E depois rimos, muito, porque percebemos que no linear afinal pode acontecer tanta coisa…
Não acham?!

Monday, March 09, 2009

Love was the egg ...

See maybe there was something wrong
And you weren't telling me no
See maybe the laugh's on me
And life was telling me a joke

Alguém me apresenta este senhor?!




Wednesday, March 04, 2009

NO MORE...





Thursday, February 19, 2009

I'M IN LOVE WITH ME...



Esta música marcou uma fase da minha vida. Que já passou.
Vão as histórias, ficam as músicas. A música tem este poder. De contar histórias, de nos dar alegria ou de nos trasmitir tristeza.
De qualquer forma esta é uma música que quero lembrar. Só para não esquecer... o que ficou e do que hade vir.


Wednesday, February 11, 2009

Eu só vou gostar de quem gosta de mim...


Tuesday, February 03, 2009

Madonna for Louis Vuitton 2009



Tuesday, January 27, 2009

A Despedida do Amor.

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e nós temos que nos acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.


A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...


Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não se conseguirem desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não se querem desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual nós nos apegamos. Faz parte de nós.
Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se em nós, e que só com muito esforço é possível alforriar.


É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".


Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem a nossa concordância, mas que também precisa sair de dentro de nós.


E só então, nós poderemos amar de novo.